4046545
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Eusébio-CE
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Eusébio-CE
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Em fase de interrogatório, o acusado Marcos opta por
exercer seu direito de permanecer calado. Durante a
audiência, a acusação tenta interpretar o silêncio do
réu como indicativo de culpa, alegando que a
ausência de explicação compatibilizaria uma
presunção negativa. Em recente decisão, o Supremo
Tribunal Federal (STF) reafirmou, com base tanto na
doutrina
consolidada
quanto
na
recente
jurisprudência dos tribunais superiores, que o direito
de permanecer calado – consagrado como garantia
contra a autoincriminação – não pode ser utilizado
para inferir presunção condenatória.
Nesse contexto, com base nos entendimentos doutrinários e jurisprudenciais recentes, assinale a alternativa CORRETA:
Nesse contexto, com base nos entendimentos doutrinários e jurisprudenciais recentes, assinale a alternativa CORRETA: