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2046634 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 12 anos de idade queixa-se de dor torácica na região do hemitórax esquerdo, relatando que a dor iniciou há dois dias, após retornar da aula de judô, com piora à inspiração profunda. A mãe mostra-se bastante aflita, pois está medicando a criança com dipirona sódica a cada seis horas, mas a dor retorna ao fim do efeito da medicação. Nega outras queixas, sinais e sintomas concomitantes. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. A paciente encontra-se em bom estado geral (BEG), corada e hidratada; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto, timpânico, com limitação da expansibilidade à inspiração e com dor à palpação à altura de 6º arco costal esquerdo, próximo à linha axilar anterior esquerda; abdome plano, RHA+, flácido, sem viceromegalias (VCM), indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios e tec < 3 seg. A paciente apresenta-se com Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com pele íntegra, estádio puberal de Tanner M3P3 e, quanto aos sinais vitais, observam-se FC = 100 bpm, FR = 24 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente, T = 36,5 ºC e PA = 105 mmHg x 62 mmHg (no percentil 50 para a idade).


A respeito da dor torácica na infância e com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A dor torácica pode acontecer por trauma, e arcos costais podem ser fraturados mediante acidentes de inércia elevada, como em desaceleração abrupta de velocidade e queda. Na maioria das vezes, o exame de radiografia é suficiente para confirmar o diagnóstico.

 

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Residência em Medicina - Grupo 001

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