Paciente, sexo feminino, 48 anos, foi diagnosticada há três anos com Polimiosite (PM) estabelecida, apresentando baixa atividade da doença. Apesar de aderir ao tratamento médico padrão com corticosteroides e imunossupressores, continua a relatar
fraqueza muscular significativa, especialmente nos membros inferiores, fadiga persistente e notáveis limitações nas atividades
diárias, como a dificuldade em subir escadas e se levantar de uma cadeira, o que impacta negativamente sua qualidade de
vida. Seus exames de creatina fosfoquinase (CK) se mantêm em níveis controlados, sem indicação de aumento da atividade
da doença ou inflamação após o início da medicação. A paciente busca ativamente a fisioterapia com o objetivo de recuperar
a função muscular, aumentar a capacidade aeróbica e reduzir o impacto da doença em sua vida diária, esperando uma melhora
em sua autonomia e bem-estar geral. Ao iniciar um programa de exercícios para um paciente adulto com miopatia inflamatória
idiopática, como a descrita no caso clínico, qual deverá ser a indicação para progressão e supervisão de exercícios?