Os procedimentos cirúrgicos de estimulação cardíaca artificial são realizados por
médicos cirurgiões cardiovasculares ou cardiologistas com área de atuação em estimulação cardíaca
eletrônica implantável e devem ser realizados em centro cirúrgico, laboratório de hemodinâmica ou
de eletrofisiologia.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os seguintes DCEIs às suas respectivas funções e objetivos terapêuticos.
Coluna 1
1. Marca-passo cardíaco (MP).
2. Terapia de Ressincronização Cardíaca (TRC).
3. Cardioversor-Desfibrilador Implantável (CDI).
4. Monitor de eventos implantável.
Coluna 2
( ) Dispositivo com função antibradicardia que permite a estimulação cardíaca multissítio, ou seja, estimulação do ventrículo direito e esquerdo (biventricular) para promover a correção da dissincronia intraventricular. O foco da terapia é o tratamento adjuvante da insuficiência cardíaca avançada.
( ) Dispositivo cardíaco eletrônico multiprogramável, mono ou bicameral, capaz de monitorar e promover a estimulação elétrica do coração, restaurar o sincronismo atrioventricular e a variabilidade da frequência cardíaca, detectar e registrar arritmias e tratar arritmias atriais usando mecanismos de overpace atrial. O foco da terapia são as bradicardias.
( ) Dispositivo cardíaco implantável subcutâneo que objetiva detectar arritmias cardíacas intermitentes e esporádicas em casos de síncopes inexplicadas ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) criptogênico a partir do registro contínuo da atividade elétrica do coração, por períodos de 3 a 4 anos.
( ) Dispositivo cardíaco eletrônico que possibilita detectar, registrar e tratar automaticamente taquiarritmias ventriculares potencialmente fatais por meio de terapia de choque (cardioversão ou desfibrilação) ou com estimulação ventricular programada (overdrive – terapia antitaquicardia). A terapia permite tratar taquiarritmias ventriculares potencialmente letais associadas ou não às bradiarritmias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os seguintes DCEIs às suas respectivas funções e objetivos terapêuticos.
Coluna 1
1. Marca-passo cardíaco (MP).
2. Terapia de Ressincronização Cardíaca (TRC).
3. Cardioversor-Desfibrilador Implantável (CDI).
4. Monitor de eventos implantável.
Coluna 2
( ) Dispositivo com função antibradicardia que permite a estimulação cardíaca multissítio, ou seja, estimulação do ventrículo direito e esquerdo (biventricular) para promover a correção da dissincronia intraventricular. O foco da terapia é o tratamento adjuvante da insuficiência cardíaca avançada.
( ) Dispositivo cardíaco eletrônico multiprogramável, mono ou bicameral, capaz de monitorar e promover a estimulação elétrica do coração, restaurar o sincronismo atrioventricular e a variabilidade da frequência cardíaca, detectar e registrar arritmias e tratar arritmias atriais usando mecanismos de overpace atrial. O foco da terapia são as bradicardias.
( ) Dispositivo cardíaco implantável subcutâneo que objetiva detectar arritmias cardíacas intermitentes e esporádicas em casos de síncopes inexplicadas ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) criptogênico a partir do registro contínuo da atividade elétrica do coração, por períodos de 3 a 4 anos.
( ) Dispositivo cardíaco eletrônico que possibilita detectar, registrar e tratar automaticamente taquiarritmias ventriculares potencialmente fatais por meio de terapia de choque (cardioversão ou desfibrilação) ou com estimulação ventricular programada (overdrive – terapia antitaquicardia). A terapia permite tratar taquiarritmias ventriculares potencialmente letais associadas ou não às bradiarritmias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: