Caso clínico: Um homem, 42 anos, com histórico de hanseníase dimorfa tratada há 3 anos, procura atendimento médico
queixando-se de dificuldade para fechar a pálpebra esquerda e desvio do canto da boca à esquerda, iniciados há 5 dias,
conforme imagem a seguir. Nega histórico de trauma, hipertensão arterial ou diabetes. A ressonância magnética de
encéfalo não revela alterações centrais.
Considerando o contexto clínico da paciente e a investigação realizada, qual a causa mais provável para a paralisia facial e qual a conduta terapêutica inicial mais adequada?
Considerando o contexto clínico da paciente e a investigação realizada, qual a causa mais provável para a paralisia facial e qual a conduta terapêutica inicial mais adequada?