O primeiro microscópio eletrônico foi construído no início
da década de 1930, mas seu uso no estudo das células
só se consolidou a partir dos anos 1950. Nesse intervalo,
citologistas desenvolveram técnicas específicas de
fixação, coloração e corte, adequadas às exigências da
microscopia eletrônica. Essa tecnologia revolucionou a
Citologia ao permitir a observação extremamente
detalhada das estruturas internas das células. Para se
ter uma ideia, enquanto os microscópios fotônicos
alcançam ampliações máximas de cerca de 1.500 vezes,
os microscópios eletrônicos operam com aumentos que
variam entre 5 mil e mais de 100 mil vezes. Além disso, o
limite de resolução, ou seja, a menor distância entre dois
pontos que ainda podem ser distinguidos, é de
aproximadamente 0,25 μ m nos microscópios fotônicos,
enquanto nos microscópios eletrônicos pode chegar a
0,001 μ m (ou 1 nanômetro). Isso significa que o poder de
resolução do microscópio eletrônico é cerca de 250
vezes superior ao do microscópio fotônico.
Fonte: Amabis, J.M.; Mathos, G. Biologia moderna. São Paulo: Moderna, 2016.
Por que os microscópios eletrônicos conseguem atingir limites de resolução menores que os microscópios fotônicos? Assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: Amabis, J.M.; Mathos, G. Biologia moderna. São Paulo: Moderna, 2016.
Por que os microscópios eletrônicos conseguem atingir limites de resolução menores que os microscópios fotônicos? Assinale a alternativa CORRETA.