Mulher de 62 anos, portadora de câncer de mama metastático ósseo em acompanhamento oncológico irregular,
chega à emergência do Hospital da Restauração com queixa de dor torácica média, contínua e pior à noite há 2
semanas, associada a parestesias em faixa abdominal e fraqueza progressiva em membros inferiores. Nas últimas
48h, evoluiu com dificuldade de marcha e retenção urinária. Ao exame físico: força 4/5 em membros inferiores,
hiperreflexia patelar, sinal de Babinski bilateral, nível sensitivo em T6, sem instabilidade hemodinâmica.
Qual o próximo passo mais apropriado?
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