Com base nas Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero (Portaria Conjunta SAES/SECTICS Nº 13/2025) e Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas de Profilaxia pós-exposição (Brasil, 2024), analise as afirmativas seguintes.
I. Maria, com 55 anos, teve resultado positivo molecular para HPV-16. Ela deve ser encaminhada à colposcopia. Em caso de doença cervical, deve seguir conduta específica.
II. Sônia, com 25 anos, PVHIV, teve resultado positivo molecular para HPV oncogênico 31. Ela deve ser encaminhada à colposcopia e, caso não tenha doença cervical, o teste deverá ser repetido em 1 ano.
III. Sophya, 9 anos, pessoa com deficiência intelectual, imunossuprimida pelo uso de drogas imunossupressoras, nunca vacinou para HPV, foi vítima de violência sexual executada por homem desconhecido que passava na rua e pulou o muro, episódio flagrado pelas câmeras após 2h do ocorrido. Deverá realizar esquema de 3 doses (0, 2 e 6 meses). Orientar fazer sorologias da menor e iniciar profilaxia pré-exposição conforme sua idade.
IV. Aurora, 59 anos, não fazia PCCU devido a viuvez há 5 anos e dificuldade de coleta (pós-menopausa). Apresentou resultado positivo molecular para outro tipo de HPV (sem ser 16 ou 18), a citologia reflexa apresentou como resultado ASC-US: células escamosas atípicas de significado indeterminado e a colposcopia não evidenciou doença cervical. Foi orientada a repetir a colposcopia em 5 anos.
V. Patrícia e Roberta são gêmeas, com 30 anos. A primeira é homem transgênero e optou pela autocoleta, tendo como resultado inconclusivo no seu teste molecular para HPV; enquanto a segunda, cisgênero, optou pela coleta na UBS e seu resultado foi negativo. A orientação que deve ser dada é que Patrícia repita o teste na UBS imediatamente e Roberta repita em 5 anos.
Sobre as afirmativas, é correto afirmar: