De acordo com Rosa (2020), o consumo de lipídeos na doença inflamatória intestinal deve atingir de 20 a 25% das necessidades energéticas do paciente. Assim, deve-se priorizar:
De acordo com Rosa (2020), o consumo de lipídeos na doença inflamatória intestinal deve atingir de 20 a 25% das necessidades energéticas do paciente. Assim, deve-se priorizar: