Paciente de 72 anos, portadora de metástases cerebrais múltiplas de câncer de
pulmão, em cuidados paliativos exclusivos, apresenta episódio súbito de rigidez tônica, seguida de
abalos clônicos generalizados por cerca de 90 segundos, com recuperação lenta e confusão pós-ictal
persistente. Nas últimas 48 horas vinha mais sonolenta, com ingesta oral mínima, hiponatremia leve
(Na 130 mEq/L) e insuficiência renal aguda (creatinina 2,0 mg/dL). Não utilizava anticonvulsivantes
previamente. Considerando o manejo de crises convulsivas em pacientes com doença avançada e foco
paliativo, qual é a conduta mais apropriada?