Uma mulher, 35 anos de idade, residente em uma área endêmica de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), chega ao atendimento médico com uma úlcera genital indolor que persiste há 3 meses. A lesão, inicialmente pequena, aumentou gradualmente de tamanho e agora mede 3 cm, apresentando bordas elevadas e granulomatosas. Ela relata que a úlcera não é dolorosa, mas ocasionalmente sangra ao toque. O exame físico revela uma lesão ulcerada em base vermelha e friável na região vulvar, sem linfonodos inguinais aumentados. A paciente nega a presença de sintomas sistêmicos, como febre ou mal-estar, e não tem histórico recente de viagens internacionais.
Com base no quadro clínico, assinale a alternativa que apresenta o principal agente etiológico para a hipótese diagnóstica mais provável.