Um paciente de 58 anos, portador de cardiomiopatia
chagásica crônica com disfunção ventricular grave e um
cardiodesfibrilador implantável (CDI) para prevenção
primária, é admitido na emergência com múltiplos
choques apropriados do dispositivo nas últimas 6 horas.
Ao exame, está consciente, ansioso, sudoreico, com
pressão arterial de 88x60 mmHg e frequência cardíaca
de 160 bpm, com pulso irregular. O monitor mostra
taquicardia ventricular polimórfica. Qual é a conduta
farmacológica de primeira linha para a supressão da
arritmia neste quadro de tempestade elétrica?