Homem, 47 anos, previamente hígido, é admitido no
pronto atendimento após apresentar hematêmese volumosa enquanto jantava. Relata que, nos últimos 3 meses,
vinha percebendo astenia progressiva, perda de 6 kg e
episódios de epistaxe espontânea, que atribuía ao clima
seco. Nega doenças prévias, mas refere uso frequente de
anti-inflamatórios não esteroidais por dor lombar crônica.
Na avaliação inicial, encontra-se pálido, sudorético e
confuso. PA: 86 x 54 mmHg; FC: 132 bpm; FR: 24 ipm;
SpO2: 95% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 4 segundos. Abdome doloroso em epigástrio, sem visceromegalias palpáveis. Ausculta pulmonar
sem alterações. Foram puncionados dois acessos periféricos e coletados exames, cujos resultados iniciais
foram: Hb: 6,8 g/dL; Ht: 21%; Plaquetas: 38.000/mm3;
TAP prolongado (INR 1,9); TTPA prolongado; Fibrinogênio: 98 mg/dL; D-dímero: > 10.000 ng/mL; Creatinina:
1,8 mg/dL (prévia desconhecida); Transaminases discretamente elevadas; Gasometria: acidose metabólica leve.
Enquanto aguarda transfusão, o paciente apresenta novo
episódio de hematêmese em grande volume, evoluindo
com piora do rebaixamento do nível de consciência e
queda da PA para 72 x 40 mmHg.
Considerando o quadro clínico, a hipótese fisiopatológica predominante e a conduta imediata adequada, além de transfusão de hemácias, que representa a intervenção prioritária é
Considerando o quadro clínico, a hipótese fisiopatológica predominante e a conduta imediata adequada, além de transfusão de hemácias, que representa a intervenção prioritária é