Homem, 62 anos, portador de cirrose hepática Child-Pugh C secundária a hepatite C
e esteatohepatite, com múltiplas internações por ascite refratária, encefalopatia hepática recorrente
e síndrome hepatorrenal tipo 2. Ausência de elegibilidade para transplante. Nas últimas 24 horas,
evoluiu com sonolência progressiva, flapping discreto, náuseas, dor abdominal difusa e dispneia leve.
Encontra-se hipotenso, com icterícia acentuada, edema de membros inferiores e distensão abdominal
importante devido à ascite. Paracentese diagnóstica: gradiente soro-ascite > 1,1; polimorfonucleares
380/mm3
, cultura pendente. Considerando o quadro e as melhores práticas em cuidados paliativos
para cirrose avançada, qual é a conduta mais apropriada?