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3971197 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: Avança SP
Orgão: IAMSPE
Gestante de 25 anos, G2P1, com 32 semanas de gestação, comparece à consulta de pré-natal na Unidade Básica de Saúde. Pré-natal iniciado tardiamente no segundo trimestre (primeira consulta com 18 semanas). Realizou exames de rotina naquela ocasião, que incluíam VDRL não reagente. Gestação atual sem intercorrências até o momento. Nega comorbidades. Primeira gestação há 3 anos: parto vaginal a termo, recém-nascido saudável. Parceiro fixo há 2 anos, nega novos parceiros sexuais. Nega lesões genitais atuais ou prévias, corrimento ou sintomas urinários. Nega uso de drogas injetáveis. Ao exame físico: PA: 110/70 mmHg, AU: 30 cm, BCF: 145 bpm, apresentação cefálica. Ausência de lesões cutâneas ou em mucosas. Orofaringe sem alterações. Ausência de linfadenopatia. Resultado dos exames de rotina realizados na consulta atual (32 semanas): hemograma, glicemia, urina I, urocultura: normais VDRL: 1:16 (reagente), teste treponêmico rápido: REAGENTE. 

Ultrassonografia obstétrica (32 semanas): feto único, biometria compatível com idade gestacional, líquido amniótico normal, placenta grau I posterior. Sem sinais sugestivos de sífilis congênita (hepatoesplenomegalia, ascite, hidropsia, espessamento placentário).

A paciente nega tratamento prévio para sífilis. Relata que o parceiro não realizou exames recentemente e não tem acompanhamento médico regular. Questiona sobre o tratamento e possíveis riscos para o bebê. Considerando o diagnóstico de sífilis materna e as recomendações para prevenção da sífilis congênita, qual a conduta mais adequada?
 

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