"Nascida já no século XIX com Chantepie de la
Saussaye (1891), a partir do objetivo de estudar as
religiões "em
sua
essência e manifestação”, a
fenomenologia da religião cresceu no século XX como
uma abordagem comparativista e classificatória baseada
nos princípios hermenêuticos e de método compreensivo
de Dilthey descritos anteriormente. Rapidamente ganhou
força,
e,
entre
as
décadas de 1920 e 1980,
aproximadamente, acabou se tornando a abordagem
mais conhecida e expoente da Ciência da Religião. Seus
nomes mais conhecidos foram N. Séderblom, W.
Kristensen, R. Otto, J. Wach, G. van der Leeuw, F.
Heiler, G. Mensching, M. Eliade e J. Kitagawa. Foi
marcada por uma visão implícita de que havia uma
"unidade” ou mesma ‘essência” entre todos os
fenômenos religiosos, bem como que era fundamental a
empatia dos cientistas das religiões para com as religiões que pesquisam” (COSTA, M. O. Ciência da
religião
aplicada
como
terceiro
ramo
da
Religionswissenschatft... [...], 2019, p. 27).
Considerando o trecho transcrito, a "fenomenologia da religião” se tornou a abordagem mais presente na Ciência da Religião no século passado, para a qual o objeto seria o "fenômeno religioso". Entretanto, a concepção de fenômeno religioso comum a essa abordagem é identificada atualmente na área como:
Considerando o trecho transcrito, a "fenomenologia da religião” se tornou a abordagem mais presente na Ciência da Religião no século passado, para a qual o objeto seria o "fenômeno religioso". Entretanto, a concepção de fenômeno religioso comum a essa abordagem é identificada atualmente na área como: