As religiões de matriz africana no Pará, ao longo da
história,
passaram por várias ocorrências policiais,
mesmo diante da laicidade do Estado brasileiro,
estabelecida desde 1891, a violência contra essas
religiões continuou vigente durante os séculos XIX e XX.
Uma das referências veiculadas nos jornais e nessas
ocorrências, as identificavam como "batuques”, devido
ao uso de instrumentos de percussão. Estudos mostram
que a Pajelança e o Batuque já eram praticados no
estado desde o período Colonial. O Batuque, enquanto
religião de matriz africana sincrética cultuava em seu
panteão: