Um homem de 54 anos procura atendimento
ambulatorial com queixa de dor epigástrica em
queimação há cerca de três meses, com piora em
jejum e alívio parcial após a alimentação. Relata
uso frequente de anti-inflamatórios não esteroidais
(AINEs) para lombalgia crônica. Nega perda
ponderal significativa, vômitos persistentes ou
disfagia. Ao exame físico, apresenta discreta dor à
palpação profunda do epigástrio, sem sinais de
peritonite.
Considerando o quadro clínico e as recomendações atuais para o manejo da doença ulcerosa péptica, a conduta inicial mais adequada é:
Considerando o quadro clínico e as recomendações atuais para o manejo da doença ulcerosa péptica, a conduta inicial mais adequada é: