A entidade deve considerar vários fatores na determinação da vida útil de um ativo intangível, dentre os quais:
a utilização prevista de um ativo pela entidade, independentemente da sua gerência eficiente por qualquer outra equipe.
os ciclos de vida típicos dos produtos do ativo e as informações públicas sobre estimativas de vida útil de ativos semelhantes, utilizados de maneira semelhante.
a valorização técnica, tecnológica, comercial ou de outro tipo.
a instabilidade do setor em que o ativo opera e as mudanças na oferta de intangíveis com características similares.
a relação entre a vida útil do ativo em comparação com ativos similares utilizados em momentos e condições diversas pela mesma entidade.
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