Pacientes críticos em terapia de substituição
renal contínua (TSRC) apresentam perda significativa
de aminoácidos no dialisato, estimada em 10–15 g/dia.
Diretrizes ESPEN (2021) recomendam aporte proteico
elevado, entre 1,5 e 2,0 g/kg/dia, podendo chegar a 2,5
g/kg/dia em situações catabólicas graves.
Considerando um paciente de 70 kg, com catabolismo
exacerbado, qual estratégia nutricional está mais de
acordo com evidências atuais de manejo proteico?