Um paciente de 49 anos, portador de miocardiopatia
chagásica com FEVE de 38%, apresenta episódio de
taquicardia ventricular sustentada hemodinamicamente
instável revertida por cardioversão elétrica em ambiente
hospitalar. O Holter de 24h mostra extrassístole
ventriculares frequentes e episódios repetidos de TV não
sustentada. Ele está em uso otimizado de
betabloqueador e IECA. Em relação à prevenção
secundária de morte súbita nesse paciente, qual
alternativa está correta segundo as recomendações
atuais?
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