Durante investigação interna, apurou-se que João, servidor público municipal, ocupante de cargo em
comissão de assessor especial na Secretaria de Obras, apropriou-se de valores sob sua guarda em razão
das atribuições exercidas. No mesmo contexto fático, verificou-se que Maria, empregada de empresa
pública estadual, sem função de direção ou assessoramento, concorreu para a prática do delito, valendo-se
das facilidades decorrentes de sua atuação funcional. Considerando exclusivamente as regras de aumento
de pena aplicáveis aos crimes praticados contra a Administração Pública, é verdadeira a seguinte
afirmativa: