Uma paciente de 82 anos, com insuficiência cardíaca
terminal (classe funcional IV), múltiplas internações por
descompensação e disfunção renal crônica, não é
candidata a transplante ou dispositivos de assistência
ventricular. A equipe multiprofissional (médico,
enfermeiro, psicólogo, assistente social) se reúne para
discutir o plano de cuidados. Qual é a principal
contribuição do cardiologista nesta reunião, no contexto
dos cuidados paliativos?