Em conselho de classe, docentes relatam que
estudantes da turma do 8º ano frequentemente demonstram indiferença diante de situações de exclusão
de pares: quando alguém é alvo de risadas, ignorado ou
isolado, colegas não intervêm e por vezes amplificam o
desconforto. O Orientador de Convivência diagnostica
que ausência de empatia não significa incapacidade,
mas reflete falta de abertura para conhecer "outras
realidades e visões de mundo". Propõe criar espaços
sistemáticos onde estudantes se posicionem frente a
injustiças vivenciadas por colegas. A estratégia que
melhor estrutura desenvolvimento de empatia e não
violência ativa é: