Foram encontradas 30 questões.
Um(a) professor(a) questiona o Orientador de Convivência: "Incorporar ludicidade demanda reformular currículo, perder tempo com brincadeiras, sair da estrutura tradicional. Não é mais fácil manter aulas centradas em conteúdo, com jogos pontuais como recompensa?". O orientador reconhece legitimidade do desconforto, mas identifica que a recusa reflete não apenas fator operacional, mas também ideológico. A resposta que fundamenta melhor a necessidade de transformação, reconhecendo custos e resistências, é:
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Uma escola estadual implementa "jogo pedagógico
estruturado", no qual professor(a) determina objetivo,
regras, tema e resultado esperado. Paralelamente,
oferece espaço de "brincadeira livre", em que crianças
escolhem tema, modificam regras conforme desejo,
criam narrativas espontâneas. Um Orientador de
Convivência diagnostica que ambas são necessárias,
mas servem funções distintas. Qual diferenciação melhor
sustenta essa compreensão, permitindo ao professor(a)
intencionalidade pedagógica adequada? Assinale a
alternativa correta:
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Um Orientador de Convivência observa que
professores(as) utilizam jogos e brincadeiras, mas as
consideram "atividades de descanso" entre conteúdos
"sérios". Estudantes frequentemente ouvem: "Agora
chega de brincar, vamos aprender". O orientador
reconhece que essa dicotomia reproduz visão ocidental
secular que separa brincadeira de aprendizagem.
Fundamentando-se em perspectiva contemporânea de
ludicidade como prática pedagógica integral, a
compreensão que melhor orienta a transformação dessa
concepção docente é:
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Uma escola estadual vivencia problema persistente:
estudantes transferem para adultos toda
responsabilidade por gestão de conflitos − quando há
desentendimento, imediatamente procuram professor(a)
ou coordenador(a) para "resolver". O Orientador de Convivência diagnostica que essa dinâmica produz
dependência de autoridade adulta, impedindo
desenvolvimento de autonomia e habilidades de
negociação. Reconhecendo que adolescência é fase
crítica de construção de autonomia e que escola deve
capacitar e não substituir, a metodologia que melhor
estrutura desenvolvimento de competências
autorregulatórias é:
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- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
- Temas Educacionais PedagógicosTemas Contemporâneos
Um grupo de estudantes exclui sistematicamente uma
colega por "ser diferente" (origem socioeconômica,
sotaque, vestuário). Quando confrontados, dizem "só
estamos com nossos amigos; não é bullying, é direito de
escolha". O Orientador de Convivência reconhece que
segregação reproduz violência estrutural e propõe
transformar conflito latente em aprendizagem sobre
inclusão. A estratégia que alinha mediação social à
transformação de alteridade é:
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Um Orientador de Convivência é procurado por dois
estudantes em conflito: um acusa o outro de ter
"sabotado" seu trabalho em grupo; o acusado nega e o
culpa por "falta de dedicação". Ambos querem que o
orientador "julgue quem está certo". O orientador
reconhece que responder ao pedido reproduziria lógica
punitiva. A abordagem que melhor operacionaliza
mediação social como práxis pedagógica é:
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Em conselho de classe, docentes relatam que
estudantes da turma do 8º ano frequentemente demonstram indiferença diante de situações de exclusão
de pares: quando alguém é alvo de risadas, ignorado ou
isolado, colegas não intervêm e por vezes amplificam o
desconforto. O Orientador de Convivência diagnostica
que ausência de empatia não significa incapacidade,
mas reflete falta de abertura para conhecer "outras
realidades e visões de mundo". Propõe criar espaços
sistemáticos onde estudantes se posicionem frente a
injustiças vivenciadas por colegas. A estratégia que
melhor estrutura desenvolvimento de empatia e não
violência ativa é:
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Uma escola vivencia crescente polarização ideológica
entre estudantes: grupos se autossegregam, recusam
colaboração, expressam desprezo por perspectivas
diferentes. O Orientador de Convivência diagnostica que
conflitos aumentam quando estudantes enfrentam
demandas de trabalho conjunto e reconhece que a
resposta não é punir divergências, mas transformá-las
em aprendizagem. A abordagem que melhor constrói
cultura de paz neste contexto de tensão é:
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Em reunião de planejamento de ações de acolhimento
no início do ano letivo, o Orientador de Convivência
constata que estudantes do 1º ano apresentam
isolamento durante recreios, resistência a atividades
coletivas, ansiedade manifestada através de choro. O
orientador propõe inserir atividades lúdicas estruturadas
nas primeiras semanas. Nesse contexto, a
fundamentação que melhor justifica essa decisão
pedagógica é:
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Durante diagnóstico para elaboração do Plano de
Convivência Escolar, o Orientador de Convivência
identifica aumento significativo de agressões morais
entre estudantes. Concentra-se em períodos com baixa
supervisão adulta e envolve estudantes com acesso a
redes sociais. A estratégia que melhor integra prevenção
de conflitos com melhoria do clima escolar é:
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