Instituído durante a ditadura do Estado Novo de Getúlio
Vargas, em 1940, e incorporado depois pela
Consolidação das Leis Trabalhistas, há 80 anos, o piso
salarial do país viveu os picos de seu poder de compra
na virada da década de 1950 para a de 1960, no auge
do nacional-desenvolvimentismo que marcou a gestão
de presidentes como Vargas, na sua segunda passagem
pelo poder (1950-1954), Juscelino Kubitschek
(1956-1961) e João Goulart (1961-1964). Ao longo de
todo esse período, o salário mínimo médio ficou acima
do que seriam R$ 2.000 atualmente, algo que até hoje
ainda não voltou a acontecer. Em 1957, quando bateu
seu recorde, o menor valor que qualquer trabalhador no
país deveria ganhar chegou a ser de R$ 3.050, também
considerados os preços de hoje. É mais que o dobro do
atual. Da chegada do governo militar ao poder, em 1964,
em diante, o salário mínimo despencaria por uma ladeira
de quase três décadas.
(Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/salario-minimo -ja-foi-r-3-000-antes-da-ditadura-e-caiu-a-r-500-com-hiperinflacao/)
Sobre o tema salário mínimo, assinale a alternativa correta segundo o disposto na CLT:
(Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/salario-minimo -ja-foi-r-3-000-antes-da-ditadura-e-caiu-a-r-500-com-hiperinflacao/)
Sobre o tema salário mínimo, assinale a alternativa correta segundo o disposto na CLT: