Um homem de 69 anos, ex-tabagista (60
maços-ano), com diagnóstico de DPOC há 8 anos,
encontra-se em seguimento ambulatorial. Relata
dispneia aos pequenos esforços, tosse crônica e
duas exacerbações moderadas no último ano,
ambas necessitando de corticosteroide sistêmico
e antibiótico. Faz uso regular de broncodilatador
de longa duração (LAMA), com adesão adequada.
Não apresenta história de asma. A espirometria
mostra VEF₁ pós-broncodilatador de 42% do
previsto e VEF₁/CVF < 0,70. Hemograma revela
eosinófilos periféricos de 380 células/mm³.
Considerando o manejo da DPOC estável e os critérios atuais de escalonamento terapêutico, a conduta mais adequada é:
Considerando o manejo da DPOC estável e os critérios atuais de escalonamento terapêutico, a conduta mais adequada é: