No período entre guerras (1918-1939), marcado por
profundas transformações políticas, sociais e
tecnológicas, o campo da comunicação também foi
impactado diretamente. A ascensão de regimes
totalitários, como o nazismo na Alemanha e a eficácia
de suas campanhas propagandísticas, levaram
estudiosos a conceber um modelo que pressupunha
uma influência direta, imediata e uniforme dos meios de comunicação sobre uma audiência homogênea,
passiva e facilmente manipulável. Teóricos como
Harold Lasswell e Walter Lippmann contribuíram
para a consolidação desse modelo ao observar a
aparente capacidade da propaganda em moldar a
opinião pública em larga escala.
Essa perspectiva, que viria a ser amplamente revisitada e criticada por modelos posteriores que passaram a reconhecer a agência do receptor e a complexidade dos processos de significação, é classicamente denominada:
Essa perspectiva, que viria a ser amplamente revisitada e criticada por modelos posteriores que passaram a reconhecer a agência do receptor e a complexidade dos processos de significação, é classicamente denominada: