As práticas escolares contemporâneas demandam
competências que transcendam o domínio
didático-metodológico, convocando o educador a atuar
em contextos marcados por tensões relacionais,
pluralidade de sentidos e regimes éticos em disputa.
Nessa tessitura, as relações interpessoais e
socioemocionais não constituem aspectos periféricos da
ação docente, mas atravessam o ethos profissional,
exigindo articulação entre sensibilidade crítica, escuta
qualificada e responsabilidade coletiva. Considerando tal
contexto, pode-se afirmar que: