“A construção de uma identidade nacional foi tarefa urgente nos processos de formação dos Estados
Nacionais e de constituição dos “nacionalismos”, ao longo do século XIX. Se foi difícil na perspectiva
política, mais complicada ainda nos âmbitos social e econômico. Nos dias atuais, assistimos às
dificuldades na consecução das comunidades e mercados internacionais, percebendo o quanto é difícil
lidar com a questão das “nacionalidades”. Discursos são criados mostrando como a união de todos é
fundamental para a sobrevivência de cada um. Esta mesma retórica da “união” e da “unidade”, no caso
do Brasil, de Portugal e das possessões africanas, foi largamente utilizada no final do século XVIII e início
do século XIX. Visava-se uma certa utopia: o Império Luso-Brasileiro, rico, forte e poderoso.”
Fonte: RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção. Rio de Janeiro: Relume Dumará/FAPERJ, 2002, p. 9
Sobre os laços que uniam Brasil e Portugal, nos anos que imediatamente antecederam e sucederam o processo de independência, é possível afirmar que:
Fonte: RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção. Rio de Janeiro: Relume Dumará/FAPERJ, 2002, p. 9
Sobre os laços que uniam Brasil e Portugal, nos anos que imediatamente antecederam e sucederam o processo de independência, é possível afirmar que: