Uma paciente de 53 anos, branca, G2P2 (partos
normais), em amenorreia há 2 anos, queixa-se de
fogachos intensos que prejudicam o sono e o
desempenho no trabalho. Relata também secura
vaginal e dispareunia. Possui antecedente pessoal de
hipertensão arterial sistêmica controlada com
hidroclorotiazida e não fuma. Ao exame físico: IMC
24 kg/m²; PA 125x80mmHg; exame ginecológico com
evidências de atrofia vulvovaginal severa.
Mamografia realizada há 6 meses com laudo BIRADS 2. Considerando as recomendações atuais
sobre o manejo do climatério e a prescrição da
terapêutica hormonal (TH), analise as assertivas e
assinale a alternativa correta.
I. A TH é o tratamento mais efetivo para o alívio dos sintomas vasomotores (fogachos) em mulheres abaixo de 60 anos ou com menos de dez anos de menopausa.
II. A realização periódica de ultrassonografia transvaginal é obrigatória em todas as mulheres assintomáticas usuárias de TH para o rastreamento do câncer de endométrio.
III. Em pacientes hipertensas controladas, a via transdérmica é preferível à via oral, pois evita a primeira passagem hepática e não interfere no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
IV. Após a interrupção da TH, o efeito protetor sobre a densidade mineral óssea é mantido por pelo menos dez anos devido à memória biológica do tecido ósseo.
I. A TH é o tratamento mais efetivo para o alívio dos sintomas vasomotores (fogachos) em mulheres abaixo de 60 anos ou com menos de dez anos de menopausa.
II. A realização periódica de ultrassonografia transvaginal é obrigatória em todas as mulheres assintomáticas usuárias de TH para o rastreamento do câncer de endométrio.
III. Em pacientes hipertensas controladas, a via transdérmica é preferível à via oral, pois evita a primeira passagem hepática e não interfere no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
IV. Após a interrupção da TH, o efeito protetor sobre a densidade mineral óssea é mantido por pelo menos dez anos devido à memória biológica do tecido ósseo.