Renata tem 13 anos e apresenta diagnóstico de uma doença crônica, a anemia falciforme. Ela vive com limitações causadas pelo adoecimento desde os primeiros meses de sua vida, que influenciam direta e indiretamente no exercício de seu cotidiano. Essa doença genética provoca uma anormalidade da hemoglobina presente nas hemácias, fazendo o organismo ficar deficitário de oxigenação e, consequentemente, apresentar problemas como isquemias, dor, necrose tecidual e disfunções, trazendo repercussões ao longo da vida. Na escola, Renata deve ser vista como: