Mulher de 24 anos iniciou tratamento com cabergolina
para um prolactinoma que foi descoberto durante a avaliação de amenorreia secundária e infertilidade primária.
A ressonância magnética da hipófise antes do tratamento revelou um microadenoma de 6 mm, localizado logo à
esquerda da linha média, com desvio mínimo do infundíbulo e sem extensão do seio cavernoso. Apesar do
aumento da dosagem de cabergolina para 750 mcg duas
vezes por semana, ela relata amenorreia contínua. Mais
recentemente, ela desenvolveu comportamentos bastante impulsivos, incluindo a compra de vários dispositivos
eletrônicos pessoais, o que seu parceiro relata ser completamente fora do normal. Ela não tem histórico médico
ou psiquiátrico digno de nota e não toma outros medicamentos regularmente. Ela fuma cerca de dez cigarros por
dia e bebe de 10 a 15 taças de vinho (150 ml/cada) na
maioria dos fins de semana. O exame físico é normal;
IMC: 23,7 kg/m2. Ela tem características sexuais secundárias normais. Não há galactorreia. Os campos visuais são normais à confrontação. Exames séricos atuais:
prolactina: 91 ng/mL (normal: 4 a 30); FSH: 0,4 mUI/mL
(normal: 2,0 a 12,0); LH: 0,3 mUI/mL (normal: 1,0 a 18,0);
estradiol: 25 pg/mL (normal: 10 a 180); cortisol sérico
(8h): 16,5 μg/dL (normal: 5 a 25); T4 livre: 1,4 ng/dL
(0,8 a 1,8); TSH: 2,7 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0). A nova ressonância magnética da hipófise é semelhante à anterior.
Para essa paciente, a melhor conduta é
Para essa paciente, a melhor conduta é
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