A psicologia da saúde, conforme Sarafino e
Smith (2017), ampliou o foco biomédico tradicional ao
incorporar fatores psicossociais, comportamentais e
culturais no processo saúde–doença. Essa integração
deriva de modelos biopsicossociais (Engel, 1977), nos
quais variáveis cognitivas e emocionais modulam a
vulnerabilidade e a recuperação clínica. À luz dessa
perspectiva, as intervenções psicológicas em doenças
crônicas visam principalmente: