Uma Escola Municipal conta com o apoio da Fonoaudiologia Educacional e um dos beneficiados desse cenário é Lucas, 7 anos,
estudante do 2º ano do Ensino Fundamental, que tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e frequenta a escola regular.
A professora relata que ele se comunica principalmente por gestos e vocalizações isoladas, demonstrando frustração quando não é
compreendido. Lucas compreende rotinas visuais, responde bem a pistas gestuais, mas raramente inicia interações com colegas. A
equipe pedagógica desconhece estratégias de Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA). Segundo Nunes et al. (2021), muitos
professores no ensino regular ainda não dominam recursos de CAA, o que dificulta a participação comunicativa dos alunos com TEA.
Fonte: NUNES, D. R. P.; BARBOSA, J. P. S.; NUNES, L. R. P. Comunicação Alternativa para Alunos com Autismo na Escola: uma Revisão da Literatura. Revista Brasileira de Educação Especial, Bauru, v. 27, e0212, p. 655–672, 2021.
Considerando o caso apresentado e as atribuições da Fonoaudiologia Educacional no processo de inclusão, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: NUNES, D. R. P.; BARBOSA, J. P. S.; NUNES, L. R. P. Comunicação Alternativa para Alunos com Autismo na Escola: uma Revisão da Literatura. Revista Brasileira de Educação Especial, Bauru, v. 27, e0212, p. 655–672, 2021.
Considerando o caso apresentado e as atribuições da Fonoaudiologia Educacional no processo de inclusão, assinale a alternativa CORRETA.