“A doença de Haff (DH), uma síndrome rara e emergente associada ao consumo de peixes e crustáceos contaminados, tem
se tornado uma preocupação crescente para a saúde pública no Pará. Uma pesquisa recente, defendida no âmbito do Programa Educacional de Vigilância em Saúde nas Fronteiras, traz importantes contribuições para entender a distribuição
geoespacial e os desafios epidemiológicos dessa condição no território paraense. (...) Descrita pela primeira vez no Brasil
em 2008, a doença de Haff é caracterizada por rabdomiólise súbita, com início após o consumo de pescado contaminado.
(...) Dos casos analisados, 142 foram classificados como compatíveis com a DH, com predominância entre homens (64,7%)
e na faixa etária de 50 a 59 anos (36%). A maioria dos casos ocorreu em áreas urbanas, refletindo a distribuição populacional do estado. A pesquisa também identificou sintomas mais frequentes como mialgia intensa, astenia e dores no pescoço
e tórax, com um tempo médio de quatro horas entre o consumo de pescado e o início dos sintomas.”
Tatiane Vargas. Pesquisa analisa desafios no combate à doença de Haff. Agência Fiocruz de notícias: Ciência e saúde pela vida. Publicada em: 17 de março de 2025. Disponível em: https://agencia.fiocruz.br/pesquisa-analisa-desafios-no-combate-doenca-de-haff
Qual é a principal característica da toxina envolvida na contaminação por ingestão de pescados associada à Síndrome de Haff?
Tatiane Vargas. Pesquisa analisa desafios no combate à doença de Haff. Agência Fiocruz de notícias: Ciência e saúde pela vida. Publicada em: 17 de março de 2025. Disponível em: https://agencia.fiocruz.br/pesquisa-analisa-desafios-no-combate-doenca-de-haff
Qual é a principal característica da toxina envolvida na contaminação por ingestão de pescados associada à Síndrome de Haff?