Estudo aponta eficácia de meditação como tratamento para pacientes com estresse pós-traumático
A meditação pode ser tão eficaz para tratar as vítimas de estresse pós-traumático (ESPT) quanto as terapias que já são usadas atualmente, de acordo com um estudo realizado com ex-soldados americanos publicado na revista científica "Lancet Psychiatry". O ESPT pode ocorrer depois que uma pessoa vive uma experiência traumática relacionada, por exemplo, com a morte, a violência, ou uma agressão sexual. Caracteriza-se, sobretudo, por recordações repetitivas, pesadelos, tentativas de evitar tudo o que possa lembrar o acontecimento, estado de irritabilidade e depressão. Acontece principalmente entre vítimas de atentados e soldados, e calcula-se que 14% dos militares americanos que serviram no Iraque ou Afeganistão sofram de ESPT. Entre os tratamentos atuais destaca-se a terapia por exposição. Esta consiste em expor gradualmente o afetado a situações, lugares, imagens, sensações, barulhos e cheiros associados ao evento traumático para que o seu organismo "se acostume" a não reagir de maneira tão intensa, reduzindo pouco a pouco o estresse.
(Fonte adaptada:https://g.1.globo.com>acesso em 16 de novembro de 2018)
De acordo com as regras de pontuação, as vírgulas empregadas no trecho a seguir retirado do texto são de uso: “[...] com a morte, a violência, ou uma agressão sexual.”