Durante operação noturna em bairro periférico,
uma equipe policial composta por um superior e
seu subordinado abordou um suspeito de integrar
quadrilha
de
roubos. Conduzido à base
comunitária, o subordinado, com o objetivo de
obter a confissão e o endereço do cofre do grupo,
passou a aplicar choques com dispositivo elétrico
improvisado
(taser
artesanal)
e
cobriu
parcialmente a cabeça do custodiado com uma
capa, causando-lhe intenso sofrimento físico e
mental. O superior permaneceu presente,
assistindo aos atos por cerca de dez minutos, sem
tocar no suspeito e nem ordenar tais condutas.
Considerando a situação narrada, é correto afirmar
que