No campo da educação bilíngue para surdos,
consolidou-se a noção de que a experiência surda
transcende categorias biomédicas, remetendo a formas
próprias de produção de sentidos e construção de
pertencimento. Nessa perspectiva, o professor ouvinte
não é concebido como mero transmissor de conteúdos,
mas como agente situado num espaço linguístico e
cultural tensionado por diferenças. A partir dessa
abordagem, é correto afirmar que: