“Ele advoga que o foco do currículo é a experiência
direta da criança como forma de superar o hiato que
parece haver entre a escola e o interesse dos
alunos. Nesse sentido, o progressivismo se constitui
como uma teoria curricular única que encara a
aprendizagem como um processo contínuo e não
como uma preparação para a vida adulta” (Lopes e
Macedo, 2011, p. 23). Nesse trecho, os autores
fazem referência às ideias de um grande pensador,
filósofo e pedagogo, que é: