É um transtorno do neurodesenvolvimento
caracterizado por sintomas persistentes de
desatenção, inquietação e impulsividade, que
aparecem geralmente antes dos 12 anos de idade.
Embora frequentemente diagnosticado na
infância, pode persistir na adolescência e na vida
adulta, afetando o funcionamento pessoal, social,
acadêmico e profissional do indivíduo. Esse
transtorno denomina-se:
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
(IDEB) foi criado em 2007 e reúne, em um só
indicador, os resultados de dois conceitos
importantes para a qualidade da educação, que
são:
De acordo com o artigo 8º das Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental
de nove anos, essa etapa de ensino abrange a
população na faixa etária:
Colocam o aluno como protagonista da própria
aprendizagem. Nessas abordagens, o estudante
participa do planejamento, da execução e, por
vezes, da avaliação do processo educativo. Com
foco na autonomia, no pensamento crítico e na
colaboração, tornam o ensino mais dinâmico e
preparam o aluno para os desafios do mundo real.
Sacristán (2000, p. 32) afirma que o currículo é a
expressão da função socializadora da escola.
Nesse sentido, cria uma gama de usos, de modo
que é elemento imprescindível para compreender
o que costumamos chamar de prática pedagógica.
De acordo com o artigo 3º da Lei Brasileira de
Inclusão (Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015), a
pessoa “que tenha, por qualquer motivo,
dificuldade de movimentação, permanente ou
temporária,
gerando redução efetiva da
mobilidade, da flexibilidade, da coordenação
motora ou da percepção, incluindo idoso, gestante,
lactante, pessoa com criança de colo e obeso”,
denomina-se:
O artigo 59 da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional apresenta algumas garantias
aos educandos com deficiência, transtornos
globais do desenvolvimento e altas habilidades ou
superdotação. Uma dessas garantias é que haja
professores do ensino regular capacitados para a
integração desses educandos nas classes
comuns. Além disso, para o atendimento
especializado, deve haver:
Competência pode ser definida como a
mobilização
integrada
de conhecimentos,
habilidades, atitudes e valores para resolver
situações complexas da vida real, acadêmica ou
profissional. Já habilidade é a capacidade de
executar algo com eficiência, envolvendo aspectos
práticos,
cognitivos,
psicomotores
ou
socioemocionais. Com base nessa distinção,
“participar da ginástica geral, identificando as
potencialidades e os limites do corpo, e
respeitando as diferenças individuais e de
desempenho corporal” é considerado uma: