Julieta, grávida de 15 semanas, ajuizou ação de alimentos
gravídicos contra Romeu, apontado como o provável pai. Na
petição inicial, apresentou mensagens de texto, fotografias,
vídeos e depoimentos de amigos, demonstrando indícios de
relacionamento íntimo durante o período da concepção. O juiz
deferiu o pedido e fixou os alimentos gravídicos. Após o
nascimento da criança, em maio de 2024, os alimentos foram
automaticamente convertidos em pensão alimentícia em favor
do recém-nascido. Em junho de 2024, Romeu, por conta própria,
realizou exame genético em laboratório particular, cujo resultado
excluiu a paternidade biológica. Diante disso, ajuizou ação de
exoneração de alimentos, cumulada com pedido de restituição
integral dos valores pagos a título de alimentos gravídicos e
pensão.
Considerando o ordenamento jurídico brasileiro e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que:
Considerando o ordenamento jurídico brasileiro e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que: