Em seu texto sobre a decolonização, Ana Mae Barbosa
(2022) critica a tendência de algumas abordagens, mesmo
as bem-intencionadas, de tratarem a diversidade cultural
de forma superficial. Para a autora, um projeto que apenas
“adiciona” artistas não-europeus ao currículo, sem alterar
sua estrutura fundamental, falha em seu objetivo. Segundo
a autora, uma abordagem genuinamente decolonial dos
processos criativos exige, antes de tudo,