Ao longo do século XX, diversos compositores ampliaram os limites da notação musical tradicional, buscando
representar sonoridades, gestos e texturas que não cabiam nos sistemas convencionais de escrita. Em obras
como o Concert for Piano and Orchestra (1958), do compositor John Cage (1912-1992), o compositor emprega
notação gráfica aberta, na qual linhas, blocos e símbolos substituem a escrita tradicional.
Abaixo temos duas imagens retiradas do Concert for Piano and Orchestra (1958), de John Cage. A figura A mostra um pentagrama com clave de sol à esquerda, em que a notação gráfica das notas são representadas por símbolos geométricos (pentágonos e quadrados), contendo letras que representam as alturas. A figura B, à direita, apresenta um desenho com contorno tracejado na forma de um piano de cauda visto de cima. No centro, há uma curva e uma sequência de pontos alinhados verticalmente.
Diante das práticas composicionais de Cage, a opção que corresponde ao papel desempenhado pela notação gráfica na execução musical é
Abaixo temos duas imagens retiradas do Concert for Piano and Orchestra (1958), de John Cage. A figura A mostra um pentagrama com clave de sol à esquerda, em que a notação gráfica das notas são representadas por símbolos geométricos (pentágonos e quadrados), contendo letras que representam as alturas. A figura B, à direita, apresenta um desenho com contorno tracejado na forma de um piano de cauda visto de cima. No centro, há uma curva e uma sequência de pontos alinhados verticalmente.
Diante das práticas composicionais de Cage, a opção que corresponde ao papel desempenhado pela notação gráfica na execução musical é