A gestão do cuidado na atenção básica exige do
enfermeiro a capacidade de integrar diferentes políticas
públicas de saúde, como a PNAB, a PNH e a Política Nacional
de Imunização, de forma a garantir a longitudinalidade e a
resolutividade da atenção, sendo a fragmentação dos serviços
um obstáculo inerente à própria estrutura do SUS, e não um
fator passível de mitigação pela atuação qualificada do
enfermeiro.