Uma comunidade indígena decide reorganizar o currículo de
sua escola para incluir práticas tradicionais de caça, pesca e
cultivo, bem como a história oral do seu povo. Além disso, os
professores querem priorizar o ensino na língua materna da
comunidade e introduzir gradualmente a língua portuguesa
como segunda língua. No entanto, alguns gestores municipais
afirmam que essa abordagem não é permitida e que a escola
deve seguir o currículo nacional de forma padronizada.
Analisando o caso apresentando com base na Resolução CNE/CEB nº 5/2012, pode-se afirmar:
Analisando o caso apresentando com base na Resolução CNE/CEB nº 5/2012, pode-se afirmar: