A educação superior brasileira nasceu com a marca da
elitização. Durante o Brasil Colônia, era comum que os filhos
dos senhores de terra estudassem em Portugal. Com a chegada
da família real portuguesa ao Brasil, foram criadas as primeiras
escolas de educação superior em território nacional, que ainda
eram destinadas às elites do país. A expansão da educação
superior e a ampliação da oferta de vagas nas universidades
públicas eram demandas antigas dos movimentos sociais.
Porém, a burguesia brasileira ampliou o acesso à educação
superior por intermédio do estrangulamento financeiro do setor
público e do aprofundamento de sua privatização via: