Um paciente de 54 anos que sofreu acidente vascular encefálico isquêmico em território da artéria cerebral média esquerda há três meses apresenta hemiparesia espástica à direita, com padrão flexor em membro superior e extensor em
membro inferior, limitação significativa da mobilidade ativa e
dependência para transferências e deambulação. Durante a
avaliação fisioterapêutica, o profissional identifica aumento patológico do tônus muscular nos grupos musculares afetados,
com resistência à movimentação passiva que se acentua com
o aumento da velocidade do movimento, caracterizando hipertonia de tipo velocidade-dependente. Para mensurar objetivamente o grau de espasticidade e monitorar a evolução clínica
ao longo do tratamento neurofuncional, o fisioterapeuta deve
aplicar a escala: