Estenoses gástricas pós-esofagectomia apresentam o maior risco de sangramento clinicamente significativo relacionado a dilatação endoscópica.
A perfuração esofágica durante dilatação endoscópica é rara, mas ocorre com maior frequência em pacientes com estenoses malignas em comparação com as benignas.
A presença de um segmento com sinais de isquemia é fator protetor contra perfuração durante a dilatação de estenoses pós-operatórias.
A técnica de dilatação pneumática para acalasia está associada a risco de perfuração inferior a 1%, quando utilizado o balão de 35 mm.
Em pacientes com estenoses esofágicas por esofagite eosinofílica, sem comprovação histológica de controle inflamatório, as taxas de perfuração superam 5%, sendo uma contraindicação relativa à dilatação.
A aplicação da “regra de 3” reduz comprovadamente o risco de perfuração durante dilatações com velas de Savary, sendo uma prática amplamente respaldada pela literatura.
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