Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia
hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a
foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas,
melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de
cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos
últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade,
quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem
foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
Diante desse cenário, a conduta inicial é: